FISP e EXPOMAN 2026 debatem segurança e gestão de ativos
O cenário industrial e corporativo em 2026 exige a unificação de processos que antes eram tratados de forma isolada. A segurança do trabalho, a manutenção de ativos e a gestão de riscos operacionais consolidam-se como pilares de uma única estratégia de eficiência e sustentabilidade. Em outubro de 2026, a FISP (Feira Internacional de Segurança e Proteção) e a EXPOMAN (Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos) serão os palcos dessa convergência tecnológica no São Paulo Expo.
Como a FISP 2026 abordará a segurança do trabalhador?
De acordo com a Fiera Milano Brasil, a 25ª edição da FISP ocorrerá entre os dias 6 e 8 de outubro de 2026, em São Paulo. Organizada em parceria com a ABRASEG, a ANIMASEG e o SINDISEG, a feira tem a expectativa de receber mais de 50 mil visitantes profissionais, incluindo engenheiros de segurança, médicos do trabalho e gestores de riscos.
O evento ocupará uma área de 42 mil metros quadrados e reunirá cerca de 700 marcas expositoras. O foco principal das apresentações será destacar as inovações em Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), ergonomia e conformidade regulatória, evidenciando como a tecnologia pode mitigar riscos ocupacionais diretamente no chão de fábrica.
Qual o papel da EXPOMAN 2026 na eficiência de ativos?
Entre os dias 27 e 29 de outubro de 2026, a Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (ABRAMAN) realizará o 41º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos (CBMGA) em conjunto com a EXPOMAN 2026. O encontro é considerado o maior do setor na América Latina e contará com mais de 100 estandes de exposição.
Segundo a ABRAMAN, o objetivo central do evento é apresentar avanços tecnológicos e práticas de excelência operacional. Os debates focarão na melhoria contínua da qualidade, segurança, produtividade e racionalização de custos, alinhando a manutenção industrial às metas de ESG corporativo.
Como a digitalização integra a segurança e a gestão de ativos?
A conexão entre a prevenção de acidentes debatida na FISP e a confiabilidade de equipamentos discutida na EXPOMAN encontra seu ponto de convergência na transformação digital. Grandes operações distribuídas e de infraestrutura crítica têm adotado plataformas de gestão para unificar auditorias, planos de ação e controle de fornecedores.
Sistemas como o da brasileira ObraSoft, plataforma de gestão de riscos fundada em 2011, exemplificam essa tendência de mercado. A ferramenta permite que empresas parametrizem checklists, acompanhem indicadores em tempo real e gerenciem terceiros por meio de softwares SaaS integrados com inteligência artificial, garantindo rastreabilidade e conformidade operacional.
