No e-commerce, grande parte da jornada acontece dentro de sistemas.
Uma página é acessada. Um produto é visualizado. Uma busca é realizada. Um item entra no carrinho. Uma compra é concluída.
Esses eventos podem ser registrados digitalmente desde sua origem.
Na loja física, a situação é diferente.
Produtos entram e saem de áreas. Clientes circulam pelos corredores. Uma fila aumenta. Um item permanece indisponível na área de venda. Uma porta é aberta. Uma mercadoria é movimentada. Uma pessoa permanece diante de determinada exposição.
Tudo isso acontece.
Mas o simples fato de acontecer não significa que o evento se transforme automaticamente em dado estruturado.
Essa diferença ajuda a explicar uma das transformações tecnológicas mais importantes em andamento no varejo físico.
RFID, sensores, visão computacional e outras tecnologias começam a criar mecanismos para que determinados acontecimentos do mundo físico possam ser capturados, estruturados e conectados aos sistemas da empresa.
O desafio, porém, não termina na captura.
A questão realmente estratégica é:
como transformar um acontecimento físico em informação que a operação consiga utilizar?
O e-commerce nasceu mensurável. A loja física, não
Existe uma diferença estrutural entre os dois ambientes.
No digital, muitas interações já acontecem dentro de uma infraestrutura computacional.
No físico, é necessário construir essa capacidade de observação.
Isso não significa que o e-commerce conheça perfeitamente cada consumidor ou consiga interpretar automaticamente toda interação.
Significa apenas que uma parcela maior dos eventos já nasce como registro digital.
Na loja, muitos acontecimentos continuam existindo apenas no mundo físico até que alguma tecnologia consiga percebê-los.
Essa diferença começa a ganhar importância à medida que o varejo procura integrar melhor estoque, operação, experiência, mídia e dados.
Uma análise recente sobre In-Store Media no Brasil chamou atenção justamente para a quantidade de informações ainda pouco exploradas sobre aquilo que acontece entre a entrada na loja e a transação.
O problema pode ser resumido assim:
a loja produz sinais o tempo inteiro, mas nem todos esses sinais chegam aos sistemas da empresa.
Antes de falar de IA, precisamos falar de sinal
Inteligência artificial costuma ocupar o centro das discussões sobre transformação digital.
Mas existe uma etapa anterior.
Para analisar algo, primeiro é necessário torná-lo observável.
Um modelo simples ajuda a organizar essa arquitetura:
Evento físico → Sinal → Captura → Dado → Integração → Contexto → Decisão
Imagine que um produto foi retirado de determinada área.
Isso é um evento físico.
Uma etiqueta, câmera ou outro dispositivo pode gerar um sinal relacionado a esse acontecimento.
Uma infraestrutura realiza a captura.
O evento é estruturado como dado.
Esse dado é integrado a outros sistemas.
Ao ser combinado com estoque, horário, loja, categoria ou transação, ganha contexto.
Só então pode participar de uma decisão.
Essa sequência é importante porque instalar equipamentos não significa automaticamente construir uma operação orientada por dados.
O valor aparece quando existe continuidade entre o mundo físico e os sistemas que tomam ou apoiam decisões.
RFID: quando o próprio produto ganha uma identidade detectável
A identificação por radiofrequência, ou RFID, é uma das tecnologias que ajudam a criar essa ponte.
No código de barras tradicional, a leitura normalmente depende de contato visual entre o leitor e o código.
No RFID, uma etiqueta com chip e antena pode responder a sinais de radiofrequência sem exigir essa mesma leitura visual individual.
Essa diferença cria novas possibilidades para inventário e identificação de itens.
Uma reportagem do Mercado&Consumo publicada em setembro mostrou justamente como a tecnologia vem sendo utilizada para conectar informações da operação física às soluções digitais.
Entre as aplicações discutidas estão inventário, disponibilidade e acompanhamento de produtos ao longo da operação.
O ponto mais interessante, porém, não está apenas na velocidade de leitura.
Está na transformação conceitual:
o item físico passa a possuir uma identidade que pode conversar com a infraestrutura digital.
Produto físico → identificação → leitura → registro → sistema.
É isso que cria uma nova camada de dados.
RFID e código de barras não são simplesmente tecnologias equivalentes
Isso também ajuda a responder uma dúvida comum.
RFID não é apenas “um código de barras mais moderno”.
Os dois mecanismos possuem características diferentes.
No código de barras, normalmente existe uma leitura óptica e direcionada.
No RFID, a comunicação acontece por radiofrequência e pode permitir a leitura sem contato visual direto, dependendo da arquitetura utilizada.
Isso não significa que RFID deva substituir códigos de barras em todas as operações.
A própria matéria do Mercado&Consumo ressalta que implementação envolve infraestrutura, maturidade dos processos internos, análise de viabilidade e adoção gradual.
Portanto, a pergunta correta não é:
“RFID é melhor?”
Mas:
“Que problema operacional precisamos tornar observável e qual tecnologia é adequada para capturar esse evento?”
Visão computacional: quando o ambiente também pode gerar sinais
RFID começa pelo item.
A visão computacional pode partir do ambiente.
Câmeras associadas a sistemas de análise podem ser utilizadas para interpretar determinados padrões observáveis dentro do espaço físico.
Fluxo.
Ocupação.
Tempo de permanência.
Interação com áreas ou mercadorias.
Formação de filas.
Movimentação entre zonas.
Uma discussão publicada pela SuperVarejo em setembro cita justamente aplicações de IA e visão computacional para analisar circulação, permanência e interação no ponto de venda.
No contexto de In-Store Media, outra iniciativa recente envolvendo ABRAMEDIA e Global.IA propõe aproximar visão computacional, sensores, dados de jornada e sell-out para desenvolver uma camada mais estruturada de mensuração do ambiente físico.
Existe, porém, uma distinção importante.
Visão computacional não deve ser tratada automaticamente como reconhecimento facial.
É possível analisar determinados padrões do ambiente sem transformar a identificação individual de pessoas no objetivo do projeto.
E qualquer arquitetura que capture informações relacionadas a pessoas, comportamento ou ambientes precisa considerar desde o desenho aspectos de finalidade, governança, privacidade, segurança e conformidade.
Sensores: transformar estados físicos em eventos digitais
Nem todo dado da loja precisa vir de uma câmera ou de uma etiqueta RFID.
Sensores podem observar variáveis muito mais simples.
- Presença.
- Movimento.
- Abertura ou fechamento.
- Temperatura.
- Ocupação.
- Proximidade.
- Interação com determinados equipamentos.
O princípio continua sendo o mesmo:
algo acontece fisicamente e um mecanismo transforma esse acontecimento em um sinal digital.
Considere uma porta refrigerada.
A abertura é um acontecimento físico.
Um sensor pode registrar o evento.
O sistema pode associá-lo a horário, equipamento e localização.
Combinado a outros dados, esse registro pode adquirir contexto operacional.
O sensor sozinho não produz inteligência.
Ele produz um sinal.
A inteligência depende do que acontece depois.
Um dado isolado diz pouco
Imagine que um sistema informe:
327 pessoas passaram por determinado corredor.
Isso é um dado.
- Mas qual decisão ele permite tomar?
- Depende.
- Qual era o horário?
- Qual era o fluxo habitual daquela unidade?
- Quais categorias estavam naquele corredor?
- Havia uma campanha ativa?
- Existia produto disponível?
- Qual foi o volume de vendas?
- Quanto tempo as pessoas permaneceram na área?
- Houve alteração de layout?
Quando diferentes conjuntos de informação são relacionados, o dado ganha contexto.
Podemos representar isso de maneira simples:
Fluxo + estoque + vendas + horário + campanha + categoria = contexto operacional mais rico.
Não significa que todas essas variáveis precisem existir em todo projeto.
Significa que capturar mais eventos não é necessariamente o mesmo que compreender melhor a operação.
Integração é o que permite relacionar sinais.
Da captura para a arquitetura digital
É justamente aqui que muitos projetos tecnológicos mudam de natureza.
Uma coisa é instalar um sensor.
Outra é fazer aquele sensor participar da arquitetura digital do varejista.
O caminho pode ser representado em camadas:
Loja física → Captura → Conectividade → Dados → Sistemas → Decisão
Na primeira camada está aquilo que acontece no ambiente.
Na segunda, RFID, sensores, câmeras ou outros dispositivos tornam determinados eventos observáveis.
Na terceira, a infraestrutura de conectividade transporta os sinais.
Na quarta, os dados precisam ser recebidos, tratados e organizados.
Na quinta, passam a conversar com sistemas como ERP, estoque, CRM, analytics, plataformas de mídia ou outras aplicações relevantes.
Na última, a informação participa de um processo operacional ou decisório.
É nesse caminho que a digitalização realmente acontece.
Integrar é mais importante do que simplesmente coletar
Imagine três sistemas.
O primeiro conhece o estoque.
O segundo mede fluxo.
O terceiro registra vendas.
Se não existe uma maneira de relacionar essas informações, a empresa continua olhando para três partes separadas da mesma operação.
Agora imagine que esses dados possam ser contextualizados por:
loja + área + horário + produto + disponibilidade + transação.
A capacidade analítica muda.
Por isso, a arquitetura precisa considerar desde o início perguntas como:
- Qual evento queremos capturar?
- Qual tecnologia consegue observá-lo?
- Onde esse dado será armazenado?
- Com qual frequência precisa ser atualizado?
- Quais sistemas precisam recebê-lo?
- Existe um identificador comum entre as fontes?
- Qual processo utilizará essa informação?
- Quem é responsável pela ação?
- Por quanto tempo o dado precisa existir?
- Quais regras de privacidade e segurança se aplicam?
Sem essas respostas, existe o risco de criar ilhas de dados dentro da própria loja.
“Tempo real” só importa quando existe algo a fazer
Tempo real se tornou uma expressão recorrente em projetos de dados.
Mas receber uma informação imediatamente não cria valor por si só.
Imagine que um sistema detecte instantaneamente determinada situação.
Se ninguém recebe a informação, nada acontece.
Se existe um alerta, mas não há responsável, nada acontece.
Se existe responsável, mas não há processo definido, a ação depende de improviso.
Por isso:
sinal em tempo real + ausência de processo = apenas informação mais rápida.
O valor operacional surge quando existe uma ação possível.
Essa ação pode assumir diferentes formas:
- uma notificação;
- uma atualização de sistema;
- uma regra;
- uma automação;
- uma tarefa para uma equipe;
- uma alteração de conteúdo;
- uma decisão analítica.
Nem todo dado precisa ser processado em tempo real.
A frequência precisa responder à necessidade da operação.
A loja física começa a reduzir seu “ponto cego”
Essa discussão aparece de forma especialmente clara no In-Store Retail Media.
A loja pode saber que uma campanha foi exibida e que determinada venda aconteceu.
Mas existe uma quantidade de acontecimentos entre esses dois pontos.
- Quantas pessoas passaram pela área?
- Qual foi a oportunidade de exposição?
- Houve permanência?
- Existiu interação?
- Como o fluxo aconteceu?
A Retail Media News descreveu recentemente essa lacuna como uma das limitações do In-Store Media brasileiro: existe crescente inventário de mídia, mas ainda pouca inteligência sobre partes da jornada física.
É importante não transformar isso em uma promessa de observação total.
Nenhuma tecnologia elimina todos os pontos cegos.
Mas novas formas de captura podem tornar determinados eventos que antes eram invisíveis aos sistemas mais observáveis.
Esse é o avanço relevante.
A ideia de uma “Loja Viva”
Outra discussão recente do mercado ajuda a visualizar para onde essa arquitetura pode evoluir.
O conceito apresentado como “Loja Viva” propõe pensar o ambiente físico como um espaço capaz de perceber sinais, interpretá-los e conectá-los a decisões e resultados.
A proposta está fortemente ligada a Retail Media e inteligência artificial, portanto não deve ser tratada como evidência de que todo o varejo já funciona dessa forma.
Ela é mais útil como sinal da direção tecnológica em discussão.
A loja deixa de ser apenas um local onde eventos acontecem.
Começa a ser concebida como um ambiente onde parte desses eventos pode entrar em uma infraestrutura de dados.
A mudança é conceitualmente importante:
loja como espaço físico → loja como espaço físico instrumentado.
Do dado físico à integração omnichannel
Essa camada também ganha importância quando físico e digital precisam funcionar como partes da mesma operação.
O Radar do E-commerce D2C da Nuvemshop mostra a dimensão que as operações digitais já alcançaram dentro da base analisada pela plataforma: em setembro de 2026 foram registrados 2,87 milhões de pedidos, com crescimento de 39,3% sobre o mesmo período do ano anterior.
Os dados se referem a mais de 100 mil lojas ativas na Nuvemshop e não representam automaticamente todo o varejo brasileiro.
Ainda assim, ajudam a contextualizar uma realidade:
O varejo digital já produz uma enorme infraestrutura de registros transacionais.
Quando uma empresa também possui lojas físicas, surge a oportunidade de conectar melhor os dois ambientes.
- Estoque físico.
- Disponibilidade.
- Transação.
- Fluxo.
- Interação.
- CRM.
- E-commerce.
- Mídia.
O objetivo não precisa ser construir um “perfil perfeito” do consumidor.
Pode ser algo muito mais operacional:
fazer diferentes partes da empresa enxergarem melhor o que está acontecendo.
Mais dados também exigem mais governança
Existe outro lado dessa transformação.
Quanto maior a capacidade de observar o ambiente, maior a responsabilidade sobre os dados produzidos.
Antes de implementar uma tecnologia, o varejista precisa compreender:
- O que está sendo capturado?
- Por quê?
- Qual é a finalidade?
- É necessário armazenar essa informação?
- por quanto tempo?
- quem terá acesso?
- como ela será protegida?
- Existe dado pessoal envolvido?
- Qual base jurídica e quais requisitos de conformidade se aplicam?
Essas perguntas são especialmente importantes quando câmeras, comportamento ou dados capazes de se relacionar com as pessoas entram na arquitetura.
Governança e privacidade não deveriam ser uma etapa posterior.
Precisam participar do projeto.
De uma loja analógica para uma operação orientada por dados
Como framework conceitual, é possível enxergar essa evolução em cinco estágios.
1. Loja analógica
Grande parte dos eventos físicos existe apenas no ambiente e depende de observação ou processos manuais.
2. Loja instrumentada
RFID, sensores, câmeras ou outros dispositivos tornam determinados eventos observáveis.
3. Loja conectada
Os dispositivos conseguem transmitir informações para uma infraestrutura digital.
4. Loja integrada
Os dados capturados passam a conversar com sistemas, transações e outras fontes relevantes.
5. Operação orientada por dados
As informações passam a alimentar processos, análises, regras, automações e decisões.
O salto mais importante não está necessariamente entre o primeiro e o segundo estágio.
Está entre capturar e integrar.
Uma loja cheia de sensores desconectados continua produzindo fragmentação.
Onde a SunIT / Selbetti entra nessa arquitetura
É nesse ponto que a discussão se conecta à SunIT / Selbetti.
RFID, sensores e visão computacional podem ser tecnologias utilizadas para capturar determinados eventos, dependendo da necessidade e da solução escolhida pelo varejista.
Mas a camada estratégica está em fazer esses sinais percorrerem a arquitetura necessária para se tornarem úteis.
Podemos resumir essa lógica em:
dispositivos → conectividade → dados → sistemas → automações → operação.
A SunIT / Selbetti atua justamente no território de infraestrutura tecnológica, integração de sistemas, dados e automação necessário para conectar diferentes componentes da operação.
Isso é diferente de posicionar a empresa como fabricante de cada tecnologia de captura.
O papel está na integração da arquitetura.
Porque o valor não termina quando o sinal é capturado.
Ele começa quando esse sinal consegue conversar com aquilo que a empresa já utiliza para operar e decidir.
A loja física pode se tornar uma fonte de dados
Digitalizar uma loja não significa simplesmente adicionar telas.
Também não significa instalar o maior número possível de sensores.
Significa decidir quais acontecimentos físicos precisam se tornar observáveis e construir um caminho para que essas informações cheguem aos sistemas adequados.
Por isso, a pergunta inicial precisa continuar acompanhando todo o projeto:
Que decisão será melhor porque este dado passou a existir?
Se não existe resposta, talvez o dado nem precise ser capturado.
Quando existe, a arquitetura pode ser construída de trás para frente.
Decisão → contexto necessário → dados necessários → eventos necessários → forma de captura.
Essa inversão evita começar pela tecnologia.
E coloca a operação no centro.
RFID pode tornar produtos mais observáveis.
Sensores podem transformar estados físicos em eventos.
Visão computacional pode interpretar determinados padrões do ambiente.
A conectividade transporta esses sinais.
Sistemas estruturam e relacionam informações.
Integrações permitem que os dados circulem.
Automações podem transformar determinadas condições em ações.
É a conexão dessas camadas que começa a reduzir a distância entre loja física e arquitetura digital.
Uma loja se torna digital não quando recebe mais telas, mas quando aquilo que acontece dentro dela consegue conversar com os sistemas da empresa.
Como gerar dados dentro de uma loja física?
É necessário primeiro definir quais eventos físicos precisam ser observados. Dependendo do caso, tecnologias como RFID, sensores, câmeras e sistemas transacionais podem capturar sinais que depois precisam ser estruturados e integrados aos sistemas da empresa.
O que é RFID no varejo?
RFID é uma tecnologia de identificação por radiofrequência. Etiquetas com chip e antena podem ser detectadas por leitores compatíveis sem exigir a mesma leitura visual individual utilizada em códigos de barras, permitindo diferentes aplicações de identificação e inventário.
Como sensores podem ser utilizados em lojas?
Dependendo da tecnologia, sensores podem registrar eventos como presença, movimento, abertura, temperatura, ocupação ou interação. A aplicação deve partir da necessidade operacional e considerar integração, segurança e governança dos dados.
Qual a diferença entre RFID e código de barras?
O código de barras normalmente depende de leitura óptica e contato visual com o código. RFID utiliza radiofrequência e pode permitir identificação sem contato visual direto, de acordo com a arquitetura utilizada. Isso não significa que RFID seja a melhor alternativa para todas as operações.
Como integrar dados da loja física aos sistemas do varejista?
É necessário conectar captura, conectividade e camada de dados aos sistemas relevantes, definindo identificadores, regras, frequência de atualização e processos que utilizarão a informação. ERP, estoque, CRM, analytics e outras plataformas podem participar dessa arquitetura conforme o caso.
Como visão computacional pode gerar informações sobre a loja?
Sistemas de visão computacional podem analisar determinados padrões observáveis em imagens, como fluxo, ocupação, permanência e interação, dependendo da solução e da finalidade. Projetos desse tipo precisam considerar privacidade, segurança, governança e conformidade desde sua concepção.
O que é uma loja orientada por dados?
É uma operação na qual informações relevantes do ambiente físico e dos sistemas da empresa são integradas e utilizadas para apoiar processos, análises, automações ou decisões. Instalar dispositivos isoladamente não torna uma loja orientada por dados.
Referências
https://www.supervarejo.com.br/especial/a-loja-que-a-geracao-alpha-espera-encontrar
https://www.nuvemshop.com.br/radar-ecommerce-d2c/2026/setembro